Na alta construa, na baixa não destrua!

Conheci essa frase há alguns anos, através do empreendedor e parceiro Duda Alves, e nada faz mais sentido no mercado de turismo do que ela atualmente.

Não resta dúvidas que o nosso setor está entre os mais atingidos pela crise sanitária que o mundo passa, e é absolutamente normal que quando assistimos todos os nossos planos serem desfeitos, que tenhamos desânimo, ansiedade, tristeza e principalmente: vontade de desistir.

Através dos projetos que executo no Grupo JPM, tenho tido contato diário, por meio de reuniões virtuais, com profissionais de alto nível e empreendedores do nosso mercado que estão renunciando ao que já foi construído até aqui.

Nestas horas, a frase que batiza este pequeno texto, prontamente aparece na minha mente! Há necessidade de destruirmos tudo que foi construído até agora?

Quando este momento passar, qual será o tamanho trabalho da reconstrução se formos recomeçar do zero ou em outro mercado desconhecido?

Temos uma tendência natural a não conseguir enxergar o tamanho das nossas realizações nestes momentos. Eu mesmo me pego cometendo este erro por diversas vezes, efeito claro das seguidas frustrações que estamos tendo que lidar diariamente, neste tempo em que “amanhã virou longo prazo”, dada a imprevisibilidade do cenário externo.

Analisando um pouco a história de todos os períodos que sucedem as grades crises mundiais, fica mais fácil entender que quem não destruiu na baixa, esteve em posições de evidente vantagem competitiva quando a alta voltou.

Não é fácil! Requer criatividade, consistência, e principalmente a o termo da moda: resiliência!

Construir não está sendo possível? Sem problemas, logo será! Apenas dê o máximo para não destruir o que você já tem!

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